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Em audiência, Justiça Federal sugere adiar funcionamento do Samu, diz Cistri

Em audiência, Justiça Federal sugere adiar funcionamento do Samu, diz Cistri

Patrocínio será uma das cidades bases que receberão pacientes de média complexidade

Juiz sugeriu mais 15 dias para serviço começar em 26 cidades da região. Nova reunião será realizada nesta terça-feira (19) para definir se adiamento será acatado.

Os municípios que receberão o serviço são: Patrocínio, Araguari, Cascalho Rico, Indianópolis, Tupaciguara, Araporã, Monte Alegre de Minas, Prata, Nova Ponte, Monte Carmelo, Coromandel, Abadia dos Dourados, Douradoquara, Grupiara, Estrela do Sul, Romaria, Iraí de Minas, Ituiutaba, Campina Verde, Santa Vitória, Gurinhatã, Ipiaçu, Capinópolis, Cachoeira Dourada, Canápolis e Centralina.

Uma audiência pública realizada na Justiça Federal nesta segunda-feira (18) debateu a implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

O início das operações em 26 cidades da região está previsto para o próximo domingo (24). No entanto, de acordo com o secretário executivo do Consórcio Público Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência e Emergência (Cistri), Rodrigo Alvim Mendonça, o juiz federal Lincoln Faria sugeriu que se adiasse em 15 dias essa previsão.

Ainda de acordo com o Cistri, às 14h desta terça-feira (19) será realizada uma reunião entre o consórcio e representantes de todas as prefeituras envolvidas no Samu Triângulo Norte para saber se a sugestão do juiz será acatada.

"Foi uma sugestão apenas, mas não vemos ainda o que 15 dias muda na história. No entanto, tudo será conversado e definiremos em conjunto se vamos estender o prazo pro inicío das operações. Por nós, já temos tudo pronto", explicou.

Na audiência, participaram o Ministério Público Federal (MPF), representantes da UFU, Prefeitura de Uberlândia, Cistri, Superintendência Regional de Saúde (SRS) e também do Ministério Público Estadual.

Se concretizada, a efetivação do serviço na região vai começar quase três anos após ser anunciado na região. Além das ambulâncias paradas, mais de 500 pessoas que passaram no processo seletivo para trabalhar no setor estão à espera de uma definição.

Fonte: G1 Triângulo Mineiro

 

 

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