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Agropecuária

Prazo para declarar a vacinação do gado contra febre aftosa vai até 25 de junho

Prazo para declarar a vacinação do gado contra febre aftosa vai até 25 de junho

Produtor que não declarar poderá ser multado em até R$ 16 por animal. Declaração deve ser feita junto ao IMA

Produtores rurais mineiros terão até 25 de junho de 2018 (segunda-feira) para declarar, junto ao Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a vacinação do seu rebanho contra a febre aftosa, na primeira etapa anual de imunização, realizada em maio.

O prazo para a declaração, que terminaria em 10 de junho, foi ampliado para a nova data tendo em vista a prorrogação para 15 de junho da data para vacinação do gado estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em virtude da greve geral dos caminhoneiros, que afetou vários setores, inclusive a produção e distribuição das vacinas contra a doença.

O diretor-geral do IMA, Marcílio de Sousa Magalhães, lembra que o produtor que não declarar a vacinação do seu rebanho dentro do prazo estará sujeito a multa de cinco Ufemgs, o equivalente a R$ 16,25 por cabeça. E reforça o uso da internet como meio para facilitar essa declaração.

“Qualquer produtor rural poderá declarar a vacinação dos seus animais pela internet, sem sair de casa ou do escritório, acessando o endereço www.ima.mg.gov.br. O produtor que possui até 150 animais tem a opção também de declarar a imunização presencialmente em uma unidade do IMA. O proprietário de mais de 150 cabeças só poderá declarar pela internet”, diz.

Minas Gerais possui 389 mil produtores rurais, sendo que 206 mil destes são pequenos produtores com rebanhos de até 25 animais. Nesta primeira etapa anual de vacinação devem ser imunizados todos os bovinos e búfalos, independentemente da idade, o que soma cerca de 23,6 milhões de animais em todo o estado. A segunda etapa será em novembro, com a vacinação de animais com até dois anos de idade.

A bovinocultura é um importante gerador de emprego e renda no estado, tendo exportado, no ano passado, US$ 598 milhões em carne bovina.

 

Prazo para vacinação contra febre aftosa é prorrogado para 15 de junho

Prazo para vacinação contra febre aftosa é prorrogado para 15 de junho

Medida evita comprometer a imunização  do gado com os problemas na produção e distribuição de vacinas em decorrência da greve dos caminhoneiros.

IMA acompanha a vacinação em Minas Gerais

O Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) autorizou aos estados a prorrogação até 15 de junho do prazo para vacinação do rebanho bovino e bubalino contra a febre aftosa que, pelo calendário, terminaria em 31 de maio. 

Correspondência do Ministério encaminhada aos estados em 29 de maio explica que a prorrogação tem o objetivo de evitar o comprometimento dos resultados da imunização dos rebanhos na etapa de vacinação de maio, tendo em vista que a greve geral dos caminhoneiros afetou vários setores, inclusive a produção e distribuição das vacinas. A correspondência ressalta que “a adequada vacinação dos rebanhos, entre outros fatores, depende de adequada oferta de vacinas ao produtor e de uma logística de transporte normal”. 

O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) é o órgão do Governo de Minas Gerais responsável pela gestão das campanhas de vacinação dos rebanhos no estado. 

“Com essa prorrogação estamos contribuindo para que os produtores que ainda não vacinaram seus animais possam realizar essa vacinação de forma adequada, garantindo o status que Minas possui de área livre de febre aftosa com vacinação obtido em 2008  junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE)”, argumenta o diretor-geral do IMA, Marcílio de Sousa Magalhães. 

Minas Gerais deve vacinar na etapa de maio todo o rebanho de bovinos e bubalinos, independentemente da idade, o que soma cerca de 23,6 milhões de animais em todo o estado. 

“A vacinação é obrigatória e o único meio de se prevenir contra a doença. A bovinocultura é um importante gerador de emprego e renda no estado, tendo exportado, no ano passado,  US$ 598 milhões em carne bovina”, ressalta Magalhães, lembrando que os escritórios do Instituto estarão aptos a esclarecer dúvidas dos produtores a partir da próxima semana.


Vacinação contra aftosa começa em 1º de maio

Vacinação contra aftosa começa em 1º de maio

No próximo dia 1º de maio, a maioria dos estados brasileiros e o Distrito Federal começam mais uma etapa de vacinação contra febre aftosa. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) alerta ser muito importante que o criador continue imunizando o rebanho, conforme o calendário oficial de vacinação de cada estado. O rebanho brasileiro soma 219 milhões de animais entre bovinos e búfalos.

Todo o rebanho de bovinos e búfalos, de todas as idades, deverá ser vacinado no próximo mês, com exceção dos estados do Acre, Espírito Santo e Paraná, que imunizarão apenas os animais de até 24 meses. Em novembro, a maioria dos estados vacinará os animais de até 24 meses.

A coordenadora da divisão de Febre Aftosa (Difa) do Mapa, Eliana Lara Costa, explica que o produtor deve continuar a aplicar a vacina na região da tábua do pescoço, debaixo do coro do animal (região subcutânea), observando os cuidados das boas práticas de vacinação, fundamentais para o sucesso da imunização. “O Brasil está livre da febre aftosa, mas continua sendo obrigatório vacinar os bovinos e búfalos conforme o calendário de vacinação oficial de cada estado”, reafirma Eliana Costa.

Cuidados

Para que o rebanho fique protegido contra a aftosa, os criadores devem ter os seguintes cuidados:

  • Comprar as vacinas somente em lojas registradas
  • Verificar se as vacinas estão na temperatura correta: entre 2°C e 8°C
  • Para transportá-las, usar uma caixa térmica, colocar três partes de gelo para uma de vacina e lacrar
  • Manter a vacina no gelo até o momento da aplicação
  • Escolher a hora mais fresca do dia e reunir o gado. Lembrar que só devem ser vacinados bovinos e búfalos
  • Durante a vacinação, manter a seringa e as vacinas na caixa térmica e usar agulhas novas de preferência do tamanho 15mm por 18mm, limpas
  • Lembrar que a higiene e a limpeza são fundamentais
  • Agitar o frasco antes de usar e aplicar a dosagem certa em todos os animais: 5 ml
  • Aplicar na tábua do pescoço, embaixo da pele, com calma
  • Preencher a declaração de vacinação e entregá-la no serviço veterinário oficial do estado junto com a nota fiscal de compra das vacinas.

 Mais informações à Imprensa: Coordenação-geral de Comunicação Social

Instituições financeiras devem encaminhar proposta para operar com recursos do Funcafé

Instituições financeiras devem encaminhar proposta para operar com recursos do Funcafé

O Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), gerido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), liberou para a produção na safra 2018/2019 R$ 4,96 bilhões para as linhas de crédito de custeio, estocagem, aquisição e capital de giro para indústrias e cooperativas de produção.

Os recursos são acessados pelos produtores, cooperativas e indústrias processadoras de café por meio de instituições financeiras credenciadas junto ao Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR) e habilitadas pelo Ministério da Agricultura.

Para habilitação, as instituições financeiras interessadas devem encaminhar, até o próximo dia 20, proposta de contratação dos recursos no endereço eletrônico funcafe@agricultura.gov.br

Os documentos exigidos para habilitação constam no Aviso publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (4), disponível aqui.

Os recursos foram aprovados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) na semana passada. Na safra anterior o valor foi de R$ 4,89 bilhões.

Os valores foram distribuídos em até R$ 1,1 bilhão para custeio, R$ 1,862 bilhão para estocagem, R$ 1,063 bilhão para aquisição (FAC) e R$ 10 milhões para recuperação de cafezais danificados.

Para capital de giro, o limite é de R$ 200 milhões para a indústria de café solúvel, de R$ 300 milhões para a de torrefação e de R$ 425,2 milhões para as cooperativas, totalizando R$ 925,2 milhões.

Mais informações à Imprensa: Coordenação-geral de Comunicação Social

CAFÉ/CEPEA: Preço médio do robusta é o menor desde set/14

CAFÉ/CEPEA: Preço médio do robusta é o menor desde set/14

Cepea, 4/4/2018 – Os valores dos cafés robusta e arábica recuaram em março, pressionados por desvalorizações externas e pela expectativa de safra volumosa na temporada 2018/19 brasileira. No mês passado, os preços médios do robusta tipo 6 peneira 13 acima e do 7/8 bica corrida foram os menores, em termos reais, desde setembro de 2014 (IGP-DI de fev/18). O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 acima teve média de R$ 305,55/saca de 60 kg, 4,2% inferior à de fevereiro/18. O tipo 7/8 bica corrida encerrou o mês a R$ 297,50/sc, baixa de 4,3% em relação a fevereiro/18. Segundo colaboradores do Cepea, os baixos patamares têm dificultado o fechamento de negócios no físico brasileiro, que ocorrem apenas quando há maior necessidade. Quanto ao arábica, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, teve média de R$ 429,81/saca de 60 kg em março, 1,9% inferior à de fevereiro/18. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Abertas inscrições para seminário sobre conservação do solo

Abertas inscrições para seminário sobre conservação do solo

No próximo dia 12, das 8 horas às 15h30, será realizado na sede do Inmet, seminário sobre Conservação do Solo reunindo especialistas da FAO, Embrapa e empresários do setor.


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A atuação de empresas, estratégias para inovações tecnológicas na agricultura, planos para a conservação do solo e os desafios para a produção sustentável serão debatidos no seminário.

Por ocasião das comemorações alusivas ao Dia Nacional da Conservação de Solo, o Mapa tem apoiado e participado de eventos técnicos e de divulgação nas diferentes regiões do país em parceria com instituições de ensino, pesquisa e fomento, abordando as questões relativas ao uso e manejo racional do solo e da água, por meio de sistemas agropecuários sustentáveis de produção agropecuária, a exemplo dos Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, do plantio direto na palha e dos sistemas agroflorestais.

Segundo o chefe da Divisão de Agricultura Conservacionista do Mapa, Maurício Carvalho de Oliveira, discutir a conservação do solo é essencial para o Brasil, não só por sua importância para a agricultura no presente e no futuro, como também por seu papel na segurança alimentar nacional e mundial: “Temos que estabelecer uma política capaz de assegurar o desenvolvimento do setor agrícola e o equilíbrio ambiental, atendendo às necessidades das populações atuais, sem comprometer as gerações futuras.”

Mauricio ressalta ser crucial que o país continue ampliando o uso de tecnologias como o plantio direto, a integração lavoura-pecuária-floresta e a recuperação de pastagens degradadas, todas previstas no Plano ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono) para reforçar a conservação do solo, da água e dos recursos naturais.

O Dia Nacional da Conservação do Solo é comemorado em 15 de abril, data regulamentada pela Lei 7.876 de 13 de novembro de 1989. A criação desta data foi uma iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

O objetivo ao estabelecer essa data alusiva foi o de provocar reflexão da sociedade no sentido de fortalecer e apoiar os produtores rurais quanto ao uso e ao manejo do solo agrícola em bases sustentáveis, de acordo com as especificidades regionais e locais, visando sua conservação e preservação para o atendimento da crescente demanda por alimentos, fibras e matérias-primas e, desta forma, contribuir para o fortalecimento do agronegócio brasileiro.

O evento é aberto ao público e as inscrições  podem ser feitas através do site ou no dia do seminário, a primeira meia hora do evento, a partir das 8 horas.

Programação do Seminário Comemorativo ao Dia Nacional da Conservação de Solo

Data: 12 de abril 2018 (quinta-feira)
Local: Auditório Joaquim Ferraz Sampaio – Inmet
Campos do Inmet, Eixo Monumental, Via S1 – Brasília, DF

8h00 – Inscrição e café da manhã
8h30 – Abertura – Secretário da SMC
9h00 – Atuação da FAO como fórum multilateral no fomento à conservação de solos no Brasil e no mundo – Allan Bojanic – Representante da FAO no Brasil
9h30 – O Sistema Plantio Direto, sua situação atual e relevância para a agricultura brasileira, com foco na conservação do solo – Jonadan Ma – Presidente da FEBRAPDP, Empresário rural – Grupo Ma Shou Tao 
10h00 – Coffee break
10h15 – Pilares e estratégias para a inovação tecnológica na agricultura
– Paulo Borges – Atman Produção Agropecuária Ltda, São José do Xingu – MT.
10h45 – A utilização de remineralizadores solo: impactos na fertilidade dos solos, no manejo e na conservação do solo – Rogério Vian – Empresário Rural – Mineiros – GO
11h15 – Manejo conservacionista do solo e sua relevância para o uso eficiente da água na produção agropecuária, e a reservação de água na propriedade para a segurança hídrica – Renato Caetano – Diretor Técnico da Irrigo – Cristalina – GO
11h45 – Discussão
12h00 – Brunch
13h00 – Desafios para a adoção de práticas de Conservação de Solos no Brasil: o papel da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo – Fátima Maria de Souza Moreira – SBCS – Presidente
13h30 – Contribuições do Plano ABC para a Conservação do Solo no Brasil – Elvison Ramos – Coordenador Nacional do Plano ABC
14h00 – Atuação do Brasil junto à Aliança Mundial para o Solo e Aliança Sul Americana para o Solo – Jefé Leão Ribeiro – CAFMC/DEPRO/SMC/MAPA
14h30 – Programa Nacional de Solos do Brasil – Pronasolos – José Carlos Polidoro – Chefe Geral – Embrapa Solos 
15h00 – Discussão e encerramento

Coordenação-geral de Comunicação Social

ETANOL/CEPEA: Oferta aumenta e preços recuam em SP

ETANOL/CEPEA: Oferta aumenta e preços recuam em SP

Da Redação

Soja: Com dólar no melhor patamar do ano, Paranaguá recupera patamar dos R$ 80 por saca nesta 5ª feira

Soja: Com dólar no melhor patamar do ano, Paranaguá recupera patamar dos R$ 80 por saca nesta 5ª feira

Os preços da soja voltaram a esboçar alguma recuperação no mercado brasileiro nesta quinta-feira (22) depois que, apesar da estabilidade de Chicago, o dólar registrou uma alta de mais de 1% e fechou com sua maior cotação do ano. A divisa terminou o dia com R$ 3,3099 nesta sessão, depois de bater em R$ 3,3107 na máxima do dia. 

"O mercado está operando com cautela... com a guerra comercial, STF e menor diferencial de juros após a decisão (do BC)", explicou o operador da corretora Spinelli, José Carlos Amado à agência de notícias Reuters. 

Dessa forma, a soja com indicativo maio/18 subiu 1,65% nesta quinta-feira (22) para voltar aos R$ 80,00 por saca. A mesma referência pôde ser observada no terminal de Imbituba/SC. Em Rio Grande, por outro lado, tanto a soja disponível quanto a futura tiveram uma leve baixa de 0,64% para R$ 77,50 e R$ 78,00 por saca, respectivamente. 

No interior, os preços também subiram e chegaram a marcar altas de até 1,61%, como foi o caso de Tangará da Serra, em Mato Grosso, com a saca terminando os negócios em R$ 67,20 por saca. 

Bolsa de Chicago

No mercado internacional, o dia terminou como começou: estável. As cotações dos principais vencimentos fecharam o pregão com pequenos ganhos de 0,25 a 0,75 ponto, com o maio/18 - que é o mais negociado neste momento - sem variação e valendo US$ 10,29 por bushel. 

Segundo o consultor de mercado da Terra Agronegócios, Ênio Fernandes, até que o mercado receba dois importantes boletins que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz na próxima semana, deverá seguir atuando entre os US$ 10,20 e US$ 10,40. 

Nesse momento, a movimentação limitada das cotações, segundo analistas internacionais, se dá com algumas incertezas que ainda pesam sobre os negócios. 

"O mercado está sendo atingido por uma incerteza sobre os reais impactos das recentes chuvas que chegaram tarde às lavouras Argentinas e os novos desdobramentos da guerra comercial entre Brasil e China. Quanto tempo os chineses irão esperar para retaliar?", diz o boletim diário da consultoria internacional Allendale, Inc. 

Ademais, em uma semana, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz dois novos boletins que podem mexer com o andamento dos preços, principalmente o que traz as primeiras intenções de plantio da nova safra americana. Os demais dados serão referentes aos estoques trimestrais americanos. 

E o boletim semanal de vendas para exportação que seria reportado pelo USDA nesta quinta-feira foi adiado para  esta sexta-feira (23). Os números exigem atenção, uma vez que ainda mostram um ritmo mais lento da comercialização americana nesta temporada. As expectativas do mercado para as vendas da última semana variam entre 700 mil e 1,4 milhão de toneladas.  

Fonte: Notícias Agrícolas