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Cultura

15 de maio Dia Internacional da Família

15 de maio Dia Internacional da Família

Hoje 15 de maio, comemora -se o dia Dia Internacional da Família - momento para agradecermos a maior bênção que Deus nos concedeu.


A família é um bem único e precioso, é a base fundamental para a formação e construção do indivíduo em sua totalidade. 



É preciso zelar pelas nossas famílias com amor , dedicação, fé, principalmente, com orações. 

Igreja Assembléia de Deus Ministério de Cristo e Vida realiza “Projeto Restaurando Vidas

Igreja Assembléia de Deus Ministério de Cristo e Vida realiza “Projeto Restaurando Vidas

A Igreja Assembléia de Deus - Ministério de Cristo e Vida, sob direção da pastora Cármem e pastor Jair realiza nas escolas de Patrocínio e região o “Projeto Restaurando Vidas", com o diretor e líder, pastor Mário Regis.

A ação tem o apoio do pastor Edson Santos, do soldado Dornelas da Polícia Militar, que é também responsável pelo Proerd no 46º BPM e da Tâmara, representante do Projeto Justiça na Escola.

O intuito é desenvolver trabalhos sociais e realizar inúmeras palestras nas escolas de Patrocínio (MG). Através desses encontros, é apresentar o Projeto “Semana para a Vida”, instruindo crianças, adolescentes e jovens sobre sua saúde física, relacionamentos, uso de drogas lícitas e ilícitas e também sobre a comunhão com Deus.

As palestras já foram  realizadas em várias escolas, sendo elas: Nely Amaral, José Eduardo de Aquino, Dalva Stela de Queiroz, CAIC, Célia Lemos, Amir Amaral, Escola Venina Tavares Amaral Joaquim Dias, entre outras.

O projeto também conta com o apoio dos levitas Thiago Silva, Tamiris  Simone, Laura e o baterista Flávio que auxilia na parte instrumental e musical do evento.

No total já foram aproximadamente 7.000 alunos que participaram desses encontros, além de professores, diretores e colaboradores em geral.

Este ano houve uma retomada nas Palestras e a escolhida foi a "Escola Estadual Dalva Estela de Queiroz", sob direção da professora Eny.

Empresários apresentam iniciativas para incentivar consumo responsável da água

Empresários apresentam iniciativas para incentivar consumo responsável da água

Em um momento de mudanças climáticas em que a escassez de água se torna um problema cada vez mais recorrente, a articulação do setor privado com o governo, a academia e as entidades da sociedade civil torna-se cada vez mais essencial para garantir o abastecimento para o futuro. Esta foi a mensagem que dirigentes de algumas das maiores empresas do país e do mundo passaram hoje (19) no segundo dia do 8º Fórum Mundial da Água. No debate, representantes da indústria, de empresas de tecnologia e de saneamento apresentaram algumas das iniciativas que têm tomado para racionalizar o consumo de água e distribuir o acesso às comunidades próximas das fábricas. Na abertura do seminário, a presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds), Marina Grossi, chamou a atenção para a importância de o empresariado articular-se com a sociedade para fazer frente ao desafio da mudança climática. “As empresas sozinhas não podem fazer tudo. Elas estão nas comunidades, conversando com os governos. A gente precisa evoluir muito mais para garantir o abastecimento de água, afetado pelos eventos extremos trazidos pelas mudanças climáticas”, declarou. Formado por 60 dos maiores grupos empresariais do país, o Cebds lançou neste domingo (18) um guia com experiências bem-sucedidas de empresas na gestão hídrica. Segundo Marina, as ações abrangem não apenas a redução do desperdício, mas também a preservação das bacias hidrográficas e as relações com as comunidades. Diretor de Operações do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável, associação internacional de empresários formada depois da 21ª Conferência do Clima em Paris, Peter White disse que as empresas precisam dar sua contribuição para universalizar o acesso à água no Brasil, onde 17% da população vive sem água tratada e 43% não têm saneamento básico. “Além da mensuração e da análise dos dados, as empresas devem adotar um comprometimento global com a gestão dos recursos hídricos”, acrescentou. O presidente da Coca-Cola no Brasil, Henrique Braun, disse que a companhia está comprometida com a economia de água. SegundoBraun, a empresa cumpriu em 2013, com sete anos de antecedência, a meta de ser neutra em água, devolvendo ao meio ambiente toda a água que consome. “Hoje, nós retornamos para o meio ambiente o dobro de água que consumimos.” Braun, no entanto, declarou que as empresas não devem limitar as ações à economia de água. Ele ressaltou que a Coca Cola abriu o acesso a oito fontes de água de propriedade da empresa a comunidades vizinhas e que a iniciativa beneficia 50 mil pessoas em 100 comunidades. O diretor global de Sustentabilidade da Ambev, Tony Milikin, declarou que as indústrias de bebidas precisam se adaptar a um cenário de água cada vez mais restrita para não terem a sobrevivência comprometida. “O maior ingrediente da cerveja é a água. Se indústrias como a nossa não fizerem o que estamos fazendo, elas não sobreviverão”, disse. De acordo com Milikin, os consumidores estão dispostos a pagar mais caro por produtos fabricados corretamente, respeitando as normas ambientais. Milikin disse que a companhia também bombeia água para algumas comunidades com escassez hídrica e que a empresa está se engajando na orientação a fazendeiros para uma gestão responsável da água. “Se formos levar em conta a produção agrícola, o milho, a cevada contêm muita água usada consumida na forma de irrigação”, disse. Uma boa ideia, acrescentou, seria um aplicativo que reunisse as melhores práticas de gerenciamento dos recursos hídricos por diversas empresas. Inovação Presidente da Ecolab, multinacional que oferece tecnologias e serviços de água, higiene e energia, Orson Ledezma defendeu a ampliação da pesquisa e do desenvolvimento de inovações para racionalizar o consumo de água pelas empresas. “Para que aconteçam mudanças no ciclo empresarial, as empresas precisam identificar os riscos associados ao uso da água e os perigos nas suas operações e no descarte, com o estabelecimento de parâmetros de qualidade. A tecnologia pode identificar onde estão os riscos para desenvolver estratégias e planos de gestão hídrica.” Diretora industrial da empresa de petroquímica Braskem, Ana Carolina Viana disse que as estratégias para economizar água devem ser pensadas no longo prazo. “Qual impacto sobre as empresas e as comunidades? Não há como viabilizar o compromisso com a água sem uma estratégia de longo prazo. O empresário precisa ter em mente que muitas iniciativas não têm resultado no curto prazo, mas trazem benefícios mais à frente”, explicou. A presidente da empresa de saneamento BRK Ambiental, Teresa Vernaglia disse que a discussão sobre o consumo da água também passa pela ampliação do tratamento da água e do esgoto. “É uma grata surpresa que estamos falando tanto sobre saneamento num evento sobre restrição hídrica. Não faz sentido falar em restrição á água ao mesmo tempo em que milhões de litros de esgoto são enviados para nossos mananciais e nossas praias diariamente”, destacou. De acordo com Teresa, uma cidade com saneamento básico registra 17 mil internações por diarreia a cada 100 mil habitantes por ano, contra uma média de 111 mil internações em uma localidade sem esgoto tratado

 

Agência Brasil

 

Governo Municipal viabiliza capacitação para entidades sobre Marco Regulatório

Governo Municipal viabiliza capacitação para entidades sobre Marco Regulatório

Nos dias 22 e 23 de março, o Governo Municipal, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, realizará no Plenário da Câmara Municipal, uma capacitação sobre o MROSC – Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, visando proporcionar aos participantes conhecimentos sobre a gestão de parcerias entre o Poder Público e Organizações da Sociedade Civil (OSC), considerando a Lei Federal nº 13.019/2014.

A proposta é que ao final da capacitação, todos os envolvidos tenham entendimento claro da aplicação da Lei em todas as etapas das parcerias entre Poder Público e organizações da sociedade, no tocante a elaboração do Plano de Trabalho e Prestação de Contas da Parceria.

Essa capacitação, como explica o Secretário Municipal de Desenvolvimento Social, Isac Luiz Ferreira, “viabilizará o cumprimento do acordo feito entre o Prefeito Deiró Marra e as entidades, que após explicitarem a necessidade do recurso financeiro municipal para o seu pleno funcionamento, tiveram a liberação do chamamento público esse ano, prazo em que deverão se capacitar e se adequar a nova legislação para o próximo ano”.

A capacitação será conduzida pela Dr. Joana Costa Moraes Rebelo Horta, que é especialista sobre o Marco Regulatório das Organizações das Sociedade Civil com enfoque no Sistema único de Assistência Social – SUAS. O público-alvo são os órgãos públicos e entidades que compõe a rede socioassistencial do município.

Entre as mudanças trazidas pela Lei Federal nº 13.019/2014, que trata sobre o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil - MROSC está a obrigatoriedade de chamamento público para realizar parcerias com as OSCs, procedimento que possibilitará maior transparência na gestão financeira e será uma forma de ampliar as possibilidades de acesso das entidades aos recursos.

O chamamento também permitirá que organizações menores, sem muito acúmulo de experiência, possam agrupar-se a outras organizações e participar em rede de uma parceria, além de criar novos instrumentos jurídicos, como o Termo de Fomento, o Termo de Colaboração e o Acordo de Cooperação, este último para parcerias realizadas sem transferência de recursos.

Outras informações pelo telefone (34) 3839-1800 ramal: 272.

Ascon/PMP

IBGE: mulheres ganham menos que homens mesmo sendo maioria com ensino

IBGE: mulheres ganham menos que homens mesmo sendo maioria com ensino

Mesmo em número maior entre as pessoas com ensino superior completo, as mulheres ainda enfrentam desigualdade no mercado de trabalho em relação aos homens. Essa disparidade se manifesta em outras áreas, além do item educação. É o que comprova o estudo Estatísticas de Gênero: Indicadores Sociais das Mulheres no Brasil, divulgado hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Tomando por base a população de 25 anos ou mais de idade com ensino superior completo em 2016, as mulheres somam 23,5%, e os homens, 20,7%. Quando se comparam os dados com homens e mulheres de cor preta ou parda, os percentuais são bastante inferiores: 7% entre os homens e 10,4% entre mulheres. Em relação ao rendimento habitual médio mensal de todos os trabalhos e razão de rendimentos, por sexo, entre 2012 e 2016, as mulheres ganham, em média, 75% do que os homens ganham. Isso significa que as mulheres têm rendimento habitual médio mensal de todos os trabalhos no valor de R$ 1.764, enquanto os homens, R$ 2.306. A economista Betina Fresneda, analista da Gerência de Indicadores Sociais do IBGE explica que os resultados educacionais não se refletem necessariamente no mercado de trabalho. Segundo ela, as mulheres, por terem nível de instrução maior do que os homens, não deveriam ganhar o mesmo salário, em média, deles. “Deveriam estar ganhando mais, porque a principal variável que explica o salário é educação. Você não só não tem um salário médio por hora maior, como na verdade essa proporção é menor.” Também a taxa de frequência escolar líquida ajustada no ensino médio em 2016 exibe maior percentual de mulheres (73,5%) que de homens (63,2%). A média Brasil atingiu 68,2%. Estudos mostram que o ambiente escolar é mais adequado ao tipo de criação dado às meninas, em que se premia a disciplina, por exemplo, disse a analista. “Tem mais a ver então com características da criação das meninas. Outros estudos mostram que, a partir do ensino médio, por exemplo, os homens começam a conciliar mais estudo e trabalho do que as mulheres. Diversos fatores que estão associados a papéis de gênero.” Em termos de rendimentos, vida pública e tomada de decisão, a mulher brasileira ainda se encontra em patamar inferior ao do homem, bem como no tempo dedicado a cuidados de pessoas ou afazeres domésticos. A pesquisa confirma ainda a desigualdade existente entre mulheres brancas e negras ou pardas. No tópico da educação, o estudo procurou ressaltar também que entre as mulheres, as desigualdades são marcantes. As mulheres brancas alcançam superior completo em proporção duas vezes maior que as pretas ou pardas. “Então, existe um efeito também da cor da pessoa na chance de concluir o ensino superior”, destacou a economista. O IBGE reuniu informações de três pesquisas no levantamento: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) e Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), partindo da base do Conjunto Mínimo de Indicadores de Gênero (Cmig), proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU). Somaram-se a isso dados do Ministério da Saúde, do Congresso Nacional e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira do Ministério da Educação (Inep). Os indicadores apurados foram agrupados em cinco temas: estruturas econômicas e acesso a recursos; educação; saúde e serviços relacionados; vida pública e tomada de decisões; e direitos humanos de mulheres e crianças. Dependendo do indicador, o período analisado vai se 2011 a 2016. Estruturas econômicas De acordo com o estudo, o tempo dedicado aos cuidados de pessoas ou a afazeres domésticos é maior entre as mulheres (18,1 horas por semana), do que entre os homens (10,5 horas por semana). Na média Brasil, são dedicadas por homens e mulheres 14,1 horas por semana a esse tipo de trabalho. “Por qualquer nível de desagregação que a gente faça, seja por regiões, como por raça ou por grupo de idade, há mulheres se dedicando com um número de horas bem maior do que os homens a esse tipo de trabalho”, ressaltou a pesquisadora do IBGE, Caroline Santos. Para Caroline, esse indicador é importante porque dá visibilidade a um trabalho não remunerado, que é executado pelas mulheres, dentro de casa. E tem pouca visibilidade. Por regiões, verifica-se que no Nordeste, as mulheres dedicam um número maior de horas a cuidados, nesse tipo de atividade (19 horas por semana, contra 10,5 horas semanais dos homens). Caroline destacou que por cor ou raça existe o agravante histórico, característico da formação do país, em que as mulheres pretas ou pardas se dedicam mais a esse tipo de trabalho não remunerado. De acordo com o estudo, as mulheres pretas ou pardas dedicam 18,6 horas semanais para cuidados de pessoas ou afazeres domésticos, contra 17,7 horas entre as mulheres brancas. Tempo parcial Segundo o estudo do IBGE, a dupla jornada fica nítida para as mulheres quando elas têm que se dividir entre os afazeres domésticos e o trabalho pago. Isso faz com que elas sejam obrigadas a aceitar, em alguns casos, trabalhos mais precários, afirmou Caroline. Para mostrar como a carga horária é um diferencial na inserção de homens e mulheres no mercado de trabalho, quando se aborda o tempo parcial, verifica-se que o número de mulheres apresenta um percentual maior (28,2%) do que o de homens (14,1%). Por cor ou raça, 31,3% das mulheres pretas ou pardas estão no trabalho por tempo parcial, ante 25% de mulheres brancas. Representatividade O Brasil ocupa a 152ª posição entre 190 países, em relação ao percentual de cadeiras em suas câmaras de deputados ocupadas por mulheres em exercício No que se refere à questão da representatividade, o estudo divulgado pelo IBGE evidencia que as mulheres são sub-representadas em várias áreas, não só na vida política, como no Congresso Nacional e cargos ministeriais, mas também nos cargos gerenciais, nos cargos públicos e privados e na instituição policial. De acordo com a pesquisadora do IBGE Luanda Botelho, o Brasil está mal posicionado no ranking de países que informaram à organização Inter-Parliamentary Union (IPU) o percentual de cadeiras em suas câmaras de deputados ocupadas por mulheres em exercício. Em dezembro de 2017, o Brasil ocupou a 152ª posição entre 190 países, com 10,5%, atrás de nações com histórico de violência contra a mulher, inclusive. Na comparação mundial, Luanda definiu como grave a situação do Brasil, que mostra o pior resultado entre os países sul-americanos. A pesquisadora destacou que o Brasil há ainda uma participação feminina reduzida nos cargos ministeriais. Em 13 de dezembro do ano passado, dos 28 cargos de ministro, apenas dois eram ocupados por mulheres. Segundo o IBGE, as mulheres estão em desigualdade com os homens no que se refere aos cargos gerenciais, tanto no setor público quanto no privado. Considerando cargos gerenciais por sexo, segundo os grupos de idade e cor ou raça, 62,2% dos homens ocupavam cargos gerenciais, em 2016, contra 37,8% das mulheres. Nas faixas etárias mais jovens, entre 16 a 29 anos de idade, em especial, as mulheres apresentam melhor desempenho: 43,4% contra 56,6% de homens. A participação de mulheres no efetivo das polícias civil e militar no Brasil é um indicador importante para avaliar a representatividade da mulher e também está associada à política nacional contra a violência contra a mulher. A lei prevê que a mulher vítima de violência seja atendida, preferencialmente, por policiais do sexo feminino. Mas ainda é pequena a participação feminina nas duas corporações. Em 31 de dezembro de 2013, as mulheres representavam 13,4% do efetivo ativo das polícias militares e civis no país, de acordo com dados da Pesquisa de Informações Básicas Estaduais (Estadic). No total Brasil, a proporção de mulheres no efetivo das polícias civis dos estados brasileiros atingia 26,4%, em dezembro de 2013, enquanto a participação nas polícias militares era de 9,8%. Fonte: Agência Brasil