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Saúde

Campanha de vacinação contra a Paralisia Infantil e Sarampo será realizada em Agosto

Campanha de vacinação contra a Paralisia Infantil e Sarampo será realizada em Agosto

Uma reunião na tarde desta quinta-feira (19/07), no Auditório Geraldo Campos, definiu detalhes para a realização da Campanha Nacional de Multivacinação contra a Paralisia Infantil e Sarampo. Em Patrocínio (MG), a Campanha será realizada de 03 a 31 de Agosto, e terão o público alvo todas as crianças de 01 a 04 anos. O dia de mobilização nacional será no dia 18 de Agosto, ocasião em que todas as salas de vacina estarão em pleno funcionamento, das 08h00 as 17h00, inclusive no horário do almoço, e com várias brincadeiras e distribuição de balas para todas as crianças que forem vacinar. Nos últimos dias têm crescido muito o número de registros de Sarampo em vários Estados Brasileiros.

 

Juliano Resende - Patrocínio Notícias 

Campanha Nacional de vacinação contra a gripe termina hoje

Campanha Nacional de vacinação contra a gripe termina hoje

A campanha nacional de vacinação contra a gripe termina hoje (22) em todo o país. Dados do Ministério da Saúde apontam que 45,8 milhões de um total de 54,4 milhões receberam a dose.

O principal alerta é entre crianças – o país já contabiliza 44 mortes de menores de 5 anos por complicações relacionadas à gripe. O número é mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano passado (14 óbitos).

Dados do Ministério da Saúde apontam que 45,8 milhões de um total de 54,4 milhões receberam a dose da vacina contra a gripe - Rovena Rosa/Agência Brasil

De acordo com a pasta, até o momento, 3,6 milhões de crianças com idade entre 6 meses e menores de 5 anos ainda não foram imunizadas. Este é o grupo prioritário com menor cobertura vacinal (67,7%), seguido pelas gestantes (71%).

Os grupos com maior cobertura são professores (98%), puérperas (96,2%), idosos (91%), indígenas (90,5%) e trabalhadores da saúde (88,6%).

A partir da próxima semana, o governo federal recomenda aos municípios que ainda tiverem doses disponíveis ampliem a vacinação para crianças de 5 a 9 anos e para adultos de 50 a 59 anos.

“O Ministério da Saúde reforça a importância da proteção com a chegada do inverno, período de maior circulação dos vírus da gripe e orienta estados e municípios que continuem a ofertar a vacina para grupos prioritários, em especial as crianças, gestantes, idosos e pessoas com comorbidades, público com maior risco de complicações para a doença.”

Balanço

A Região Sudeste é a que tem menor cobertura vacinal contra a gripe até o momento, com 77,2%. Em seguida estão Norte (78,4%), Sul (84,8%), Nordeste (89,3%) e Centro-Oeste, com a melhor cobertura (96,5%).

Os estados de Goiás, do Amapá, Distrito Federal, Ceará, Espírito Santo, Tocantins, Maranhão, da Paraíba, e  de Alagoas possuem cobertura vacinal contra a gripe acima de 90%.  Roraima, com 60,4% e Rio de Janeiro, com 62,4%.

Casos

O último boletim do ministério aponta que, até 16 de junho, foram registrados 3.122 casos de influenza em todo o país, com 535 óbitos. Do total, 1.885 casos e 351 óbitos foram por H1N1 e 635 casos e 97 óbitos por H3N2. Foram registrados 278 casos e 31 óbitos por influenza B e 324 de influenza A não subtipado, com 56 óbitos.

Por Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil

Em audiência, Justiça Federal sugere adiar funcionamento do Samu, diz Cistri

Em audiência, Justiça Federal sugere adiar funcionamento do Samu, diz Cistri

Patrocínio será uma das cidades bases que receberão pacientes de média complexidade

Juiz sugeriu mais 15 dias para serviço começar em 26 cidades da região. Nova reunião será realizada nesta terça-feira (19) para definir se adiamento será acatado.

Os municípios que receberão o serviço são: Patrocínio, Araguari, Cascalho Rico, Indianópolis, Tupaciguara, Araporã, Monte Alegre de Minas, Prata, Nova Ponte, Monte Carmelo, Coromandel, Abadia dos Dourados, Douradoquara, Grupiara, Estrela do Sul, Romaria, Iraí de Minas, Ituiutaba, Campina Verde, Santa Vitória, Gurinhatã, Ipiaçu, Capinópolis, Cachoeira Dourada, Canápolis e Centralina.

Uma audiência pública realizada na Justiça Federal nesta segunda-feira (18) debateu a implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

O início das operações em 26 cidades da região está previsto para o próximo domingo (24). No entanto, de acordo com o secretário executivo do Consórcio Público Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência e Emergência (Cistri), Rodrigo Alvim Mendonça, o juiz federal Lincoln Faria sugeriu que se adiasse em 15 dias essa previsão.

Ainda de acordo com o Cistri, às 14h desta terça-feira (19) será realizada uma reunião entre o consórcio e representantes de todas as prefeituras envolvidas no Samu Triângulo Norte para saber se a sugestão do juiz será acatada.

"Foi uma sugestão apenas, mas não vemos ainda o que 15 dias muda na história. No entanto, tudo será conversado e definiremos em conjunto se vamos estender o prazo pro inicío das operações. Por nós, já temos tudo pronto", explicou.

Na audiência, participaram o Ministério Público Federal (MPF), representantes da UFU, Prefeitura de Uberlândia, Cistri, Superintendência Regional de Saúde (SRS) e também do Ministério Público Estadual.

Se concretizada, a efetivação do serviço na região vai começar quase três anos após ser anunciado na região. Além das ambulâncias paradas, mais de 500 pessoas que passaram no processo seletivo para trabalhar no setor estão à espera de uma definição.

Fonte: G1 Triângulo Mineiro

 

 

Doadores de sangue somam 1,6% da população; jovens são maioria

Doadores de sangue somam 1,6% da população; jovens são maioria

O técnico em radiologia Dário Tomaz dos Santos tem 30 anos e, há pelo menos 15, doa sangue regularmente. Ele conta que aprendeu a importância do gesto assim que chegou ao mundo, já que sua mãe teve complicações durante o parto e precisou receber transfusão de sangue ainda na maternidade. 

“A ideia é ajudar quem precisa. Uma coisa tão simples, mas que pode salvar vidas e realizar o sonho de muita gente. É fazer o bem sem olhar a quem. É isso”, afirmou o técnico. “E, aproveitando o clima de Copa do Mundo, acho que marquei um golaço”, brincou, em alusão à doação.

Para marcar o Dia Mundial do Doador de Sangue, o Ministério da Saúde lança campanha de doação de sangue, no Hemocentro de Brasília.

O Ministério da Saúde lança campanha para marcar o Dia Mundial do Doador de Sangue – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Dados do Ministério da Saúde mostram que, atualmente, 1,6% da população brasileira doa sangue – o que significa um índice de 16 doadores para cada grupo de mil habitantes. Jovens com idade entre 18 e 29 nos, segundo a pasta, são maioria - respondem por 42% do total de doações registradas no país. O percentual de doadores (1,6%) está dentro dos parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS) – de pelo menos 1% da população, segundo o ministério. Porém, o governo quer aumentar o número de doadores. 

No Dia Mundial do Doador de Sangue, lembrado hoje (14), o ministério lançou, na Fundação Hemocentro de Brasília, uma campanha para homenagear doadores e sensibilizar novos voluntários. Nesta época do ano, é comum uma baixa nos estoques de sangue em razão da proximidade das férias escolares e das festas de São João, além da chegada do inverno. 

Em 2017, 3,3 milhões de pessoas doaram sangue e 2,8 milhões fizeram transfusão sanguínea no país. Do total de doadores, 60% são homens. O país conta com um total de 32 hemocentros coordenadores e 2.034 serviços de hemoterapia. A previsão para 2018 é de investimentos na ordem de R$ 1,3 bilhão na rede de sangue e hemoderivados.

Condições para doar

No Brasil, pessoas entre 16 e 69 anos podem doar sangue. Para menores de 18 anos, é necessário o consentimento dos responsáveis e, entre 60 e 69 anos, a pessoa só poderá doar se já o tiver feito antes dos 60 anos. 

Além disso, é preciso pesar, no mínimo, 50 quilos e estar em bom estado de saúde. O candidato deve estar descansado, não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação e não estar de jejum. 

No dia, é imprescindível levar documento de identidade com foto. A frequência máxima é de quatro doações anuais para o homem e de três doações anuais para a mulher. O intervalo mínimo deve ser de dois meses para os homens e de três meses para as mulheres.

Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

Frio aumenta em 30% chances de internação por problemas cardíacos

Frio aumenta em 30% chances de internação por problemas cardíacos

Entre junho e agosto, meses marcados por temperaturas mais frias, as internações nos hospitais públicos da cidade de São Paulo por insuficiência cardíaca e infarto chegam a ser 30% maiores do que no verão. É o que mostra estudo inédito realizado por médicos da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

A pesquisa, liderada pelo cardiologista Eduardo Pesaro considerou todas as internações por insuficiência cardíaca (76.474 casos) e infarto agudo do miocárdio (54.561 casos) registradas em 61 hospitais públicos da capital paulista entre janeiro de 2008 e abril de 2015.

Os dados fazem parte do Cadastro Nacional de Saúde, do Sistema Único de Saúde (SUS). Foram consideradas também as temperaturas mínima, máxima e média em cada período ao longo desses sete anos, registradas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). “Provavelmente isso se dá por fenômenos múltiplos como o frio e a qualidade de ar como principais aspectos de risco. As pessoas que estão em maior risco e que já são doentes, com pressão alta, diabetes, devem teruma atenção especial nesse período e maior controle como tomar corretamente o remédio e medir a pressão”, aconselhou o cardiologista.

A pesquisa mostrou ainda que o número médio de internações por insuficiência cardíaca no inverno foi maior em pacientes com mais de 40 anos. Já as hospitalizações por infarto foram registradas em maior número em pacientes com idade superior a 50 anos. De acordo com o cardiologista, as causas do aumento do risco cardiovascular no inverno não estão diretamente ligadas à queda do ponteiro do termômetro, mas às condições ambientais e socioeconômicas de São Paulo.

“Inverno não significa só frio, mesmo porque em São Paulo ele é ameno, com temperatura média de 18 graus e variação de apenas 5 graus. Ele também significa poluição aumentada, crescimento de epidemias provocadas pelo vírus da gripe, o Influenza, além do tempo seco”, diz Pesaro.

Poluição

Com uma população de quase 12 milhões de habitantes e uma frota de 8,64 milhões de veículos (incluindo caminhões e ônibus), São Paulo fica mais poluída no inverno. A baixa umidade, chuva reduzida e as frequentes inversões térmicas (quando o ar frio é bloqueado por uma camada de ar quente e fica preso perto da superfície) são condições que impedem a dispersão de poluentes como monóxido de carbono (CO), dióxido de nitrogênio (NO²), dióxido de enxofre (SO²) e material particulável inalável (PM10).

Temperatura baixa, pouca umidade e alta poluição contribuem para uma maior incidência de doenças respiratórias e gripe, com o consequente aumento do risco cardiovascular”, explica Pesaro.

Uma das hipóteses levantada no estudo é de que o aumento do risco de infarto e de insuficiência cardíaca no inverno está relacionado às condições socioeconômicas da população. De acordo com o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, na região metropolitana de São Paulo, 596.479 casas são consideradas subnormais, como assentamentos irregulares, favelas, invasões, palafitas, comunidades com deficiência na oferta de serviços públicos básicos, como rede de esgoto e tratamento de água, coleta de lixo e energia elétrica. A capital paulista concentra dois terços desse total ou 397.652 lares.

“Em São Paulo, uma população mais desamparada, com casas improvisadas ou sem aquecimento, mais exposta à poluição e ao frio pode apresentar mais risco de terdoenças cardíacas no inverno que uma pessoa que mora em um país de clima temperado, mas está mais protegida por ter calefação na residência e roupas melhores”, diz Pesaro.

Para se proteger, ele recomenda que as pessoas que têm condições, aqueçam bem a casa. “Um aquecedor portátil ajuda em semanas mais extremas de frio. Outra coisa é tratar do vazamento de ar frio por janelas, portas e telhado. E também se agasalhar melhor, pois tudo isso contribui com a proteção, a ideia é não expor ao frio as pessoas que têm maior risco, como idosos e doentes cardiovasculares”.

Ele ainda ressalta a importância da vacinação. “As epidemias virais e as gripes aumentam o risco cardíaco, vacinar-se especialmente nas vésperas do outono e inverno é importante também”. 

O que acontece com o coração

O frio faz os vasos sanguíneos se contraírem e eleva a liberação de adrenalina, o que faz subir a pressão arterial. Além disso, o aumento da poluição contribui para doenças respiratórias que sobrecarregam o coração. Já o Influenza (vírus da gripe) é capaz de causar inchaço ou inflamação das coronárias, com a possibilidade de liberar as placas de colesterol nela depositadas. As placas, por sua vez, podem causar bloqueios e interromper o fluxo sanguíneo.

Para Pesaro, o governo precisa investir em políticas públicas que melhorem a qualidade de vida da população. “As pessoas e os governos têm que cuidar melhor daqueles indivíduos em maior risco durante o inverno. Quem tem risco deve regularizar o controle das suas próprias doenças, como por exemplo, pressão alta, que sabemos que aumenta no inverno, lembrar de tomar os remédios, fazer a medida da pressão com periodicidade e tentar não passar frio mesmo dentro de casa”, aconselha.

 

Por Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil

Vacinação contra a poliomielite começa em 6 de agosto

Vacinação contra a poliomielite começa em 6 de agosto

Em meio ao aumento de casos de poliomielite identificados na Venezuela, o Ministério da Saúde informou que a campanha de vacinação contra a doença no Brasil deve ocorrer de 6 a 24 de agosto.

Por meio de nota, o ministério informou que, atualmente, a cobertura vacinal no Brasil contra a poliomielite é de 77%. Diante de casos identificados na Venezuela, a pasta enviou nota de alerta para estados e municípios sobre a importância de alcançar e manter cobertura maior ou igual a 95%, além da necessidade de notificação e investigação imediata de todo caso de paralisia flácida aguda que apresente início súbito em indivíduos menores de 15 anos.

“O Ministério da Saúde ressalta que a vacinação é de extrema importância para manter o país livre da circulação de poliovírus, tanto nas ações de rotina como na Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite”, destacou o comunicado.

Fiocruz promove hoje (08), campanha de vacinação contra sarampo e paralisia infantil. Além da vacinação há diversas atividades educativas promovidas pela instituição (Tomaz Silva/Agência Brasil)
Campanha de vacinação contra a poliomielite será realizada de 6 a 24 de agosto - Tomaz Silva/Arquivo Agência Brasil 

O governo brasileiro reforçou que as vacinas que integram o Calendário Nacional de Vacinação são seguras e eficazes. O esquema vacinal da poliomielite é composto por três doses da vacina inativada (injetável), administradas aos dois, quatro e seis meses. Aos 15 meses e aos 4 anos, a criança recebe a vacina oral.

O último caso de infecção pelo poliovírus selvagem no Brasil ocorreu em 1989. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que três países ainda são considerados endêmicos para a doença – Paquistão, Nigéria e Afeganistão.

Casos na Venezuela

Esta semana, a Sociedade Brasileira de Pediatria divulgou nota pública alertando para a necessidade de atenção redobrada diante da detecção de pelo menos um caso confirmado no país vizinho e de diversos casos em investigação. A preocupação se deve ao aumento do fluxo de imigrantes pelas fronteiras brasileiras, em especial nos estados do Norte.

A entidade defende ainda a manutenção de elevadas e homogêneas coberturas vacinais contra a poliomielite no Brasil – acima de 95% – até que a erradicação global seja alcançada.

Doença

A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma doença infectocontagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida de início súbito.

A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, pela via fecal-oral (mais frequente); por objetos, alimentos e água contaminados com fezes de doentes ou portadores; ou pela via oral-oral, através de gotículas de secreções (ao falar, tossir ou espirrar).

Não existe tratamento específico – todas as vítimas de contágio devem ser hospitalizadas.

A vacinação é a única forma de prevenção da poliomielite. Todas as crianças menores de 5 anos de idade devem ser imunizadas conforme esquema de rotina e em campanha nacional.

 

Por Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil 

Equipe realiza 1ª cirurgia bariátrica do Hospital Med Center

Equipe realiza 1ª cirurgia bariátrica do Hospital Med Center

Aconteceu nesta sexta-feira, dia 15, a primeira cirurgia bariátrica por videolaparoscopia no Hospital Med Center. A intervenção foi realizada pelo médico Dr. Adriano Silva Soares Guimarães, especialista em cirurgia bariátrica e do aparelho digestivo, com duração de cerca de uma hora. A equipe coordenada pelo cirurgião também foi composta pelos médicos Dr. Lucas Caldas, Dr. Marcelo Capanema e Dr. Otávio Sia.

O procedimento visa oferecer mais saúde e qualidade de vida ao paciente, além de melhorar sua autoestima.

O Hospital Med Center tem se estruturado cada vez mais, com a chegada de novos e competentes profissionais de saúde e equipamentos de alta tecnologia

Qualquer pessoa interessada em consultas sobre cirurgia bariátrica deve entrar em contato com o Dr. Adriano Silva Soares Guimarães, através do telefone (34) 3839.5612.

Campanha de Vacinação contra a Gripe é prorrogada até 22 de junho

Campanha de Vacinação contra a Gripe é prorrogada até 22 de junho

Ação tem como objetivo alcançar 90% do público prioritário. Em Minas Gerais, até o momento, 85,80% do público prioritário já foi imunizado

O Ministério da Saúde anunciou a prorrogação da Campanha de Vacinação contra a Gripe para o dia 22 de junho. O objetivo é alcançar a meta de 90% do público prioritário determinado para a imunização. Até então, a campanha iria terminar nesta sexta-feira (15/6).

Em Minas Gerais, até o momento, 85,80% da população que faz parte do público prioritário já foi imunizada. Tal número está acima da média nacional de imunizados contra a gripe, que atualmente está em 78,80%.

“Atualmente, 488 municípios mineiros atingiram a cobertura vacinal acima de 90%, o que representa 57,2% dos municípios”, afirma a diretora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), Janaína Fonseca Almeida.  

No entanto, ainda há preocupação com as crianças de 0 a 5 anos e com as gestantes. No primeiro grupo, apenas 70% está imunizado e no segundo, somente 71%.

“As crianças fazem parte do grupo de risco, uma vez que possuem maior risco para complicações e óbitos pela doença. Para tentar aumentar a cobertura vacinal, os municípios são orientados a realizarem busca ativa de todas as crianças que ainda não foram vacinadas, ou seja, agentes de saúde vão de casa em casa à procura dessas pessoas”, explica Janaína.

A escolha dos grupos prioritários para a vacinação contra a gripe segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e é definida a partir de estudos epidemiológicos. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

Eficácia da vacina

Algumas pessoas não estão se vacinando por terem receio da vacina. O ato de não se imunizar expõe a população aos riscos de complicações da doença, principalmente os grupos prioritários.

“A vacina da gripe absolutamente segura e possui uma eficácia de 95 a 98% e o índice de reação é de apenas 1%. É fundamental que as pessoas se imunizem para ficarem protegidas das eventuais complicações que a doença pode ocasionar”, diz Janaína Almeida.

A partir do dia 25 de junho, caso haja disponibilidade, a vacina também será ofertada para as crianças de cinco a nove anos e adultos entre 50 e 59 anos. No entanto, é importante que municípios continuem na busca ativa dos não vacinados pertencentes aos grupos prioritários.

Casos de Gripe em Minas Gerais

No Brasil, há três vírus principais da gripe em circulação: o influenza A/H1N1, o influenza A/H3N2 e uma variante do influenza B. Até o momento, Minas Gerais registrou  105 casos de influenza e 23 óbitos. Por esse motivo é importante reforçar que a vacina disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é trivalente e protege contra esses três principais vírus.

Outras informações estão disponíveis em www.saude.mg.gov.br/gripe
Para conferir a cobertura vacinal separada pelos grupos prioritários, clique aqui.

Governo de Minas Gerais vai produzir medicamento para hepatite B

Governo de Minas Gerais vai produzir medicamento para hepatite B

O medicamento será produzido por meio da Fundação Ezequiel Dias (Funed). Produção nacional poderá assegurar a distribuição gratuita desse medicamento no país

Um produto de alto valor agregado e grande relevância para o Sistema Único de Saúde (SUS) acaba de ser incluído no portfólio da Fundação Ezequiel Dias (Funed). Trata-se do medicamento Entecavir 0,5mg, indicado para o tratamento de hepatite viral crônica B e coinfecções, que teve seu registro publicado nesta semana, no Diário Oficial da União (DOU), pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), via Resolução RE nº 1.465/2018.

“É com grande satisfação que a Diretoria Industrial comunica o registro deste medicamento, parabenizando toda a equipe envolvida. A próxima etapa será a celebração do contrato entre a Funed e o Ministério da Saúde para o fornecimento do produto estratégico ao SUS, quando se iniciará a Fase III da Parceria para o Desenvolvimentio Produtivo (PDP)”, declara o diretor Sérgio Rocha. 

Inicialmente, a Funed terá o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) - laboratório de desenvolvimento e produção de medicamentos da Fiocruz, como parceiro nesse projeto, para produzir o Entecavir.

Em Farmanguinhos serão feitas as etapas de manipulação, compressão e revestimento, já que o processo produtivo do produto é por granulação via úmida e, atualmente, a Funed não possui área certificada para essa tecnologia.

Na Funed, serão realizadas as demais atividades necessárias para a cadeia de produção do medicamento, sendo elas: fracionamento, envase, embalagem, controle de qualidade das matérias-primas e do produto a granel e acabado, estudos de estabilidade, garantia de qualidade, farmacovigilância, aquisição dos insumos e reagentes, logística para transporte dos insumos e do produto terminado e todas as demais atividades relacionadas às Boas Práticas de Fabricação, além da gestão dos contratos e do acompanhamento da PDP junto ao Ministério da Saúde.

Atualmente, o medicamento é importado, adquirido por Inexigibilidade de Licitação pelo MS de empresa estrangeira.

“A produção nacional do Entecavir irá assegurar a distribuição gratuita desse medicamento para os pacientes em tratamento de hepatite B no Brasil, além de reduzir a dependência do Brasil do mercado estrangeiro, fortalecendo o Complexo Econômico Industrial da Saúde e a Funed, enquanto laboratório oficial do estado”, define o presidente da Funed, Vanderlei Machado. 

Histórico

O Entecavir foi incluído, em 2011, nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do Ministério da Saúde (MS) para o tratamento da hepatite viral crônica B e coinfecções. Em 2013, foi incorporado ao Grupo 1 da Lista de Produtos Estratégicos para o SUS, através da Portaria nº 3.089 de 11 de dezembro de 2013, cuja aquisição se dá de forma centralizada pelo MS. 

O projeto de Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) do Entecavir envolve compromisso assumido pela Funed e o MS, com Termo de Compromisso assinado em 2010, e representa a inclusão de um produto de alto valor agregado e grande relevância para o SUS ao portfólio da instituição. Nessa PDP não houve Transferência de Tecnologia de empresa privada, tratando-se de um desenvolvimento interno do medicamento pela própria equipe da Funed e desenvolvimento do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) por farmoquímica nacional.

Após baixa procura, campanha de vacinação contra gripe é prorrogada

Após baixa procura, campanha de vacinação contra gripe é prorrogada

Público-alvo deverá procura os postos até 22 de junho

O Ministério da Saúde anunciou, na tarde desta quarta-feira (13), que a campanha de vacinação contra a gripe terá continuidade até 22 de junho. O governo decidiu prorrogar a campanha devido ao baixo índice de comparecimento: 77% do público-alvo foi vacinado. O número é considerado baixo pela pasta, que estabeleceu como meta a cobertura de 90% dessa população, o que equivale a 54 milhões de pessoas. Desde o início da campanha, no dia 23 de abril, 42,6 milhões de pessoas foram vacinadas.

A região Sudeste é a que possui menor cobertura até agora: 71% do público prioritário foi protegido. Na sequência, estão Norte (72%), Sul (81,3%), Nordeste (84%) e Centro-Oeste (91,4%). Em estados como Roraima, Rio de Janeiro, Rondônia e Rio Grande do Sul, a baixa cobertura vacinal é ainda mais preocupante. Neles, os percentuais chegam a 53,59%, 57,29%, 70,91% e 77,82%, respectivamente. Apenas Goiás, Amapá e Ceará ultrapassaram a meta de 90%.

Campanha nacional de vacinação contra a gripe no Distrito Federal. Foto:  Maria José da Silva 45 anos e sua filha Ana Clara de 3 Anos
Campanha nacional de vacinação contra a gripe no Distrito Federal - Antonio Cruz/ Agência Brasil

Segundo o ministério, a situação acende um alerta, dada a proximidade do inverno, período de maior circulação do vírus da gripe. Além disso, neste ano, já foram contabilizados 2.715 casos de influenza, mais do que o dobro do que foi registrado no mesmo período do ano passado (1.227). As mortes decorrentes da doença também aumentaram: passaram de 204, em 2017, para 446, em 2018. Apesar do crescimento, os números estão distantes dos que foram registrados em 2016, quando houve forte incidência da influenza no Brasil, quando foram 12.174 casos e 2.220 óbitos derivados deles.

“Nós entendemos que a estratégia é: atuação mais proativa para ir buscar esse público-alvo”, afirmou o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, que citou iniciativas de vacinação e de conscientização envolvendo imprensa, escola e agentes comunitários de saúde como exemplos.

Público-alvo

O público prioritário da campanha é composto por idosos a partir de 60 anos, crianças de seis meses a 5 anos, trabalhadores em saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes e mulheres que tenham tido filhos há 45 dias, bem como pessoas privadas de liberdade. Crianças e gestantes são os grupos que registraram menor cobertura vacinal neste ano, assim como ocorreu no ano passado. Na região Sudeste, por exemplo, menos da metade (48,95%) das crianças que devem ser vacinadas foram imunizadas. Já o percentual de gestantes atingiu 54%.

“Essas são as pessoas com uma imunidade menor do que as demais”, disse o ministro. Ele destacou a necessidade de um maior envolvimento da população, especialmente no caso das crianças, devido à dependência de adultos para que as levem até os postos.

No caso da região Centro-Oeste, o grupo mais vulnerável à doença é o formado pela população indígena, cujo percentual de vacinação alcançou 74,1%. Também nesta região, que já conseguiu ultrapassar a meta de 90%, crianças e gestantes chegam a 76,29% e 75,02%, respectivamente, percentuais menores do que os dos demais grupos prioritários. “Esse alerta a gente faz para que esses grupos tenham como procurar os postos de vacinação para efetuar sua proteção”, destacou o secretário de Vigilância em Saúde, Osnei Okamoto.

Estoques de vacinas

A meta de vacinação do Brasil supera a de 80% fixada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas o Ministério da Saúde garantiu vacinas para todas as pessoas que integram o público prioritário da campanha. De acordo com Mauro Junqueira, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), todos os municípios têm as doses disponíveis, inclusive em lugares de difícil acesso, como na Região Norte.

A partir do dia 25 de junho, poderão ser vacinados outros grupos etários, como crianças de 5 a 9 anos e adultos de 50 a 59. A vacinação desse público dependerá da disponibilidade das doses nos municípios.

Além da vacinação, cuidados com a higiene podem ajudar a população a se prevenir. Lavar e higienizar as mãos com frequência, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir, evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca, não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres e pratos, e manter os ambientes bem ventilados são algumas das medidas sugeridas pelo ministério.

Por Helena Martins – Repórter Agência Brasil

Pronto Socorro Municipal de Patrocínio conta com novos horários de Visitas

Pronto Socorro Municipal de Patrocínio conta com novos horários de Visitas

A Secretária Municipal de Saúde implantou novos horários no Pronto Socorro Municipal. As mudanças foram feitas visando impedir um número grande aglomeração de pessoas nos quartos dos pacientes já que o horário de visita na unidade hospitalar era permitido somente uma vez por dia.

A mudança se faz importante possibilitando a recuperação melhor dos pacientes que procuram atendimentos no Pronto Socorro. As pessoas que forem visitar os pacientes que estão na sala de Emergência terão os seguintes horários a disposição as 10h00 as 10h30 as 15h00 as 16h00 as 20h00 as 20h30.

Para visitações a pacientes que estão nos quartos do Pronto Socorro os horários serão os seguintes as 15h00 as 16h00 as 20h00 as 20h30.

 

Vacinação contra o vírus influenza começa nesta segunda-feira

Vacinação contra o vírus influenza começa nesta segunda-feira

Doses estarão disponíveis para crianças de seis meses e menores de 5 anos; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas educativas; gestantes, mulheres e homens acima de 60 anos, entre outros grupos de risco.

A circulação em Minas Gerais do tipo do vírus influenza que provocou a pior temporada de gripe nos Estados Unidos desde 2009 reforça a importância da vacinação. A campanha pública para imunização começa amanhã e as vacinas estarão disponíveis gratuitamente nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Cada dose protege dos três principais tipos do vírus que mais circulam no estado e no país, o Influenza A H1N1 e H3N2 – que atacou milhares de pessoas nos EUA – e o Influenza B. O objetivo neste ano é imunizar 90% do público-alvo, correspondendo a pouco mais de 5 milhões de pessoas.

Fonte: EM
(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)