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Tecnologia

Aparelhos de celulares roubados ou furtados agora poderão ser bloqueados pelos usuários apenas com o número da linha em Minas Gerais

Aparelhos de celulares roubados ou furtados agora poderão ser bloqueados pelos usuários apenas com o número da linha em Minas Gerais

Central de Bloqueio de Celular quer reduzir roubo e receptação de aparelhos em Minas

O Governo do Estado criou um serviço que mescla tecnologia e gestão de pessoas para garantir a desburocratização desse processo para o cidadão e, ao mesmo tempo, inibir o roubo de celulares a partir da perda de valor de mercado de um dos principais objetos hoje utilizados como moeda no mundo do crime. 

A Central de Bloqueio de Celulares do Estado de Minas Gerais (Cbloc) vai operar um sistema online, hospedado na página da Secretaria de Segurança Pública (Sesp), no qual o cidadão vai solicitar o bloqueio do seu aparelho celular em menos de 3 cliques, fornecendo apenas o número do celular e dados pessoais. Recebendo essa solicitação, do outro lado da “conexão” estarão profissionais da Secretaria de Segurança que vão providenciar a inutilização do aparelho junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em até 24 horas. O lançamento do serviço acontece nesta sexta-feira, 06.7, após visita do Governador ao Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp). 

Atualmente, quando o cidadão quer bloquear seu aparelho, precisa ter em mãos o número do IMEI do telefone, que é a Identificação Internacional de Equipamento Móvel – o que dificilmente se tem depois que o aparelho é subtraído ou que a caixa do celular já foi para o lixo. De posse desse dado, ele precisa fazer um contato direto com a Anatel ou operadora, via telefone, e solicitar o impedimento. Com o novo serviço do governo, vítimas de furto ou roubo conseguirão garantir o bloqueio do seu aparelho de forma mais ágil, online e utilizando apenas o número da linha. 

 

Mais segurança para o Estado e para o cidadão 

Ao bloquear o aparelho, o cidadão não apenas tem a garantia de que quem cometeu o crime contra ele não vai utilizar o celular – acessando informações pessoais como mensagens de texto e até de segurança, como caminhos diários salvos em aplicativos com GPS –, mas também irá contribuir com a segurança pública. Inutilizados, os aparelhos perdem valor de mercado e ficam menos atrativos para criminosos. 

Atualmente, apesar da diminuição de 27,6% no total de ocorrências nas quais um celular foi roubado nos primeiros quatro meses de 2018, são 16.651 aparelhos subtraídos por este tipo de crime em Minas de janeiro a abril. Em 56,6% do total de roubos que aconteceram no Estado, há pelo menos um aparelho de celular entre os itens levados. As principais vítimas são do sexo feminino e têm entre 18 e 24 anos. 

Para potencializar o efeito da inutilização do aparelho com resultados para a segurança pública, a CBLOC fará, pelo meio online, no site da Sesp, o bloqueio de equipamentos cujo registro da ocorrência tenha acontecido até 48 horas antes. Essa é uma forma de ampliar a chance de a inutilização do celular acontecer ainda enquanto o equipamento estiver nas mãos do criminoso e receptador. 

Qualquer cidadão, entretanto, pode pedir pelo bloqueio do aparelho mesmo passadas as 48 horas do registro da ocorrência. Para isso, basta comparecer a uma unidade da polícia militar ou civil e fazer a solicitação. 

Vale ressaltar, ainda, que apenas o aparelho celular é bloqueado por meio da Cbloc. Ele não perderá o número da linha ou qualquer benefício junto a operadora, se assim desejar. O bloqueio da linha, inclusive, por não se tratar de procedimento de segurança pública, deve seguir o trâmite normal hoje utilizado pelo dono do celular que foi roubado ou furtado: deve-se fazer contato junto a cada operadora.

 

Aparelhos oriundos do roubo de cargas para o mercado negro 

A CBLOC também quer inibir o roubo de celulares que ainda não foram vendidos para os consumidores e dar uma resposta, também, ao mercado negro que se alimenta desse tipo de ação. 

O serviço, disponibilizado na página da Secretaria de Segurança, também permite que lojistas e transportadores bloqueiem de forma online aparelhos que foram subtraídos em crimes de roubo de carga, por exemplo. Para estes aparelhos, que ainda não estão vinculados a uma operadora em específico, o sistema dá a opção de bloqueio por meio do IMEI, estará disponível nas notas fiscais das compras e cargas.

 

Desbloqueio de Aparelhos Celulares 

No caso de recuperação dos aparelhos roubados ou furtados por autoridades policiais, será realizado contato com o proprietário. Ele, então, deverá se dirigir à unidade policial solicitada para retirada do aparelho, mediante preenchimento do Termo de Restituição. A autoridade será a responsável, por meio de sistema próprio, pela realização do pedido de desbloqueio do aparelho via Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Banco é condenado a cancelar contrato firmado via WhatsApp

Banco é condenado a cancelar contrato firmado via WhatsApp

O consumidor tem direito a cancelar, no prazo de sete dias, contratos firmados fora do estabelecimento

O banco Santander Brasil S.A. foi condenado a ressarcir valores a uma consumidora que contratou a renegociação de uma dívida via WhatsApp. Em segunda instância, a ação foi julgada pela 16ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

A correntista afirmou no processo que, quando procurou o Santander para renegociar a dívida, a gerente que a atendeu elencou algumas possibilidades, encaminhando um contrato pelo aplicativo de mensagens. A cliente alega que, em 4 de dezembro de 2015, aceitou o contrato, entendendo que se tratava de uma simulação. 

noticia-whatsapp.jpgNovas tecnologias não podem ferir o Código de Defesa do Consumidor

Sete dias depois, ela solicitou o cancelamento pelo aplicativo, mas não obteve sucesso. A consumidora entrou em contato com a instituição bancária, que lhe informou a necessidade de comparecer pessoalmente à agência para cancelar a renegociação. 

A ação ajuizada pela cliente tramitou na 15ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte. Na demanda foram requeridos a nulidade do contrato, o ressarcimento de valores debitados e indenização por danos morais. O banco contestou o pedido, alegando que o contrato foi formalizado de forma regular, as taxas ficaram dentro dos limites permitidos e a autora teve amplo conhecimento de todas as questões pactuadas.

 

Fundamentos da decisão 

Conforme o artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), é facultado ao consumidor desistir do contrato dentro do prazo de sete dias, sempre que a contratação ocorrer fora do estabelecimento comercial. 

Com base nisso, o juiz Eduardo Henrique de Oliveira Ramiro entendeu que foi imposto um contrato contra a vontade expressa de arrependimento da correntista e reconheceu a nulidade da renegociação, determinando a devolução dos valores pagos. Quanto à indenização por danos morais, negou a solicitação, avaliando que não houve dano à personalidade. 

A consumidora e a empresa recorreram. Os recursos foram apreciados pelo desembargador Ramon Tácio[PBL1] , que negou provimento às duas apelações, mantendo a sentença. 

Os desembargadores Marcos Henrique Caldeira Brant e Otávio de Abreu Portes votaram de acordo com o relator. Leia o acórdão e veja a movimentação.

Ascom - TJMG

Google terá novo aplicativo de mensagens de textos para Android, diz site

Google terá novo aplicativo de mensagens de textos para Android, diz site

O Chat substituirá o Allo e o SMS e vai se assemelhar com WhatsApp e o iMessager da Apple; expectativa é que nova funcionalidade esteja disponível até o fim do ano

O Google vai mudar sua estratégia para os aplicativos de mensagem em celulares de sistema operacional Android. Segundo o site americano The Verge, a empresa interrompeu o desenvolvimento do aplicativo Allo para criar o Chat um novo serviço que deve ser lançado ainda este ano.

A expectativa é que o Chat se assemelhe ao iMessage, serviço de troca de mensagens do iPhone. Isso porque o novo aplicativo deverá ainda substituir o modelo de SMS que existe hoje nos smartphones Android.

O Chat aparece como uma proposta do Google de padronizar seu sistema de trocas de mensagens para um modelo que funcione em qualquer modelo de smartphone. Por ele será possível trocar mensagens, formar grupos e enviar vídeos, áudio ou imagens, como acontece no WhatsApp, por exemplo.

Especialistas indicam, no entanto, que o novo aplicativo Android já deve chegar em desvantagem quando comparado ao app do Facebook. A principal delas é a falta de segurança. Não há previsão de uso de criptografia ponta-a-ponta no Chat o que deixaria o conteúdo das conversas mais vulneráveis a ataques hackers. 

O sistema também deve ser fechado para Androids. Isso significa que para se comunicar com usuários do iPhone por meio de mensagens os usuários do sistema Google precisarão continuar usando aplicativos de terceiros. 

A expectativa do Google, no entanto, é que grande parte dos usuários Android já estejam usando o Chat no começo do próximo ano.

Por Redação Link - O Estado de S. Paulo


Facebook notifica usuários que tiveram dados vazados; 443 mil são no Brasil

Facebook notifica usuários que tiveram dados vazados; 443 mil são no Brasil

Quase meio milhão de usuários do Facebook no Brasil tiveram seus dados coletados e repassados irregularmente à empresa de consultoria e marketing digital Cambridge Analytica, com base no Reino Unido. A plataforma anunciou que enviaria hoje (9) mensagem aos internautas envolvidos no vazamento com informações sobre o ocorrido. 

Segundo a assessoria de Facebook no Brasil, as pessoas cujos dados foram vazados receberão uma mensagem na linha do tempo (newsfeed) contendo um link no qual poderão saber quais informações foram coletadas e de que maneira estas foram utilizadas. 

Vazamento 

Os dados foram vazados para a empresa Cambridge Analytica por um desenvolvedor que usou um aplicativo de teste de personalidade para acessar os dados. Essas informações teriam sido usadas pela consultoria britânica para influenciar eleições em diversos países. 

Reportagens publicadas nos jornais New York Times (EUA), The Guardian (Reino Unido) e no canal de TV britânico Channel 4 (Reino Unido) divulgadas em março trouxeram a denúncia de um ex-funcionário relatando como os dados foram trabalhados pela firma para influenciar eleições, em especial o pleito dos Estados Unidos de 2016. 

Na matéria da emissora de TV, dirigentes da empresa relatam que começariam a atuar no Brasil. A companhia firmou parceria com a Agência Ponte. Contudo, em março, a Ponte informou que não renovou o contrato com a consultoria.

 

Vítimas no mundo 

No último dia 4 de abril, o diretor de tecnologia do Facebook, Mike Schroepfer, publicou mensagem no site da plataforma na qual afirmou que o número de pessoas atingidas chegaria a 87 milhões, bem maior do que os 50 milhões informados pelas reportagens detonadoras do escândalo. 

A maioria (70,6 milhões) é formada por cidadãos dos EUA, mas o vazamento também incluiu 1,1 milhão de pessoas das Filipinas, 1 milhão da Indonésia, 1 milhão do Reino Unido, 789 mil do México, 622 mil do Canadá, 562 mil da Índia e 443 mil do Brasil. 

Questionada pela Agência Brasil, a assessoria de imprensa do Facebook afirmou que a resposta da empresa abrange a notificação dos usuários envolvidos no vazamento e medidas para reduzir riscos e aumentar o controle das pessoas sobre as informações usadas por aplicativos.

Medidas 

Nesta segunda-feira (09), o Facebook anunciou a inclusão da exigência de identificação e localização de quem desejar pagar por anúncios políticos. Essa verificação deverá ocorrer também no caso de “grandes páginas”, embora a companhia não tenha detalhado o critério para enquadrar a categoria. Outra nova funcionalidade criada será a possibilidade de os usuários verem os anúncios presentes e passados de uma página. 

No dia 6 de abril, o vice-presidente de anúncios do Facebook, Rob Goldman, publicou no site da empresa outras medidas para os anúncios. Uma delas é a implantação de uma identificação da mensagem como “anúncio político” e o registro do quem pagou pelo por ele. 

Esses mecanismos estão sendo testados nos Estados Unidos e no Canadá inicialmente. Segundo o presidente da empresa, Mark Zuckerberg, a verificação de páginas será expandida para o restante do mundo “nos próximos meses”. De acordo com a assessoria da empresa no Brasil, ainda não há garantia de que essas e outras medidas, parte das chamadas “diretrizes de anúncios”, serão implementadas no Brasil antes das eleições. 

A empresa já havia anunciado, dias atrás, recursos para facilitar a percepção dos usuários sobre quais as configurações de segurança e aplicativos autorizados por estes a coletar dados e que usos estes programas fazem destas informações. Uma nova funcionalidade facilitou para usuários a maneira de baixar os registros que a plataforma possui deles. 

O diretor de tecnologia da companhia, em sua publicação no dia 4 de abril, disse também que o acesso destes aplicativos ao que é feito na plataforma foi dificultado no caso de eventos, grupos e páginas. Ele acrescentou que o acesso a ligações e mensagens (uma opção dos aplicativos baixados no celular) também será restringido.

 

Investigação 

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) abriu um procedimento de apuração para avaliar o caso e os impactos a usuários brasileiros. A decisão havia sido tomada antes da confirmação de que o vazamento incluiu informações de 443 mil brasileiros. No documento de instauração do inquérito, o MPDFT aponta o episódio como um “tratamento ilegal de dados”. 

Investigações foram abertas também nos Estados Unidos. Nesta terça-feira (10), o presidente da empresa vai depor em audiências no Congresso dos Estados Unidos. Ele também foi convocado pelo Parlamento Britânico.

 

Ausência de proteção 

Para a advogada Flávia Lefévre, especialista em direito digital e integrante do Comitê Gestor da Internet no Brasil, o vazamento dos dados de brasileiros foi ilegal, contrariando o Marco Civil da Internet (Lei 12.965, de 2014) e o Decreto 8.771, de 2016, que restringem provedores de aplicativos de repassar dados dos usuários a terceiros. 

De acordo com a especialista, a investigação em curso pelo Ministério Público é importante para verificar os danos aos usuários envolvidos. A depender do que pode ser constatado, o Facebook pode ser multado pela violação da legislação da área e também com base no Código de Defesa do Consumidor.

Contudo, a advogada diz que o episódio evidencia a falta de proteção dos internautas brasileiros pela inexistência de uma legislação para a área de privacidade. “Estamos muito vulneráveis pelo fato de não termos uma lei de proteção de dados pessoais e de não termos uma entidade com competência para fiscalizar a atividade de coleta, tratamento e transferência de dados pessoais”, alerta. Projetos de lei sobre o tema tramitam no Congresso, mas sem perspectiva de aprovação.

 

Jonas Valente - Repórter da Agência Brasil

WhatsApp libera recurso para gravar áudio sem manter tela pressionada no Android

WhatsApp libera recurso para gravar áudio sem manter tela pressionada no Android

Função testada pelo WhatsApp também visa auxiliar quem não pode segurar o celular enquanto grava a mensagem

O WhatsApp acabou de iniciar uma versão teste para os usuários de Android. Agora, quem está inscrito no programa Beta do aplicativo de mensagens com a versão 2.18.12 pode gravar mensagens de áudio sem precisar manter o ícone do microfone pressionado.

A mesma função do WhatsApp  já havia sido liberada para dispositivos com sistema operacional iOS em novembro do ano passado. Por este motivo, os usuários de Android já aguardavam a função há um tempo.

Como funciona?

O recurso – que deve agradar os amantes das mensagens de voz e ser o pesadelo de quem não gosta da ideia de ouvir longos áudios – funciona de maneira muito simples: basta que o usuário pressione o ícone do microfone no canto inferior direito da conversa e deslize o dedo para o “cadeado” localizado logo acima. Assim, a gravação continuará sendo feita mesmo após soltar a tela deixar de ser pressionada. A função em teste deve auxiliar quem não pode segurar o celular enquanto grava a mensagem de voz.

Ainda não se sabe quando a função será liberada para os demais usuários de Android. Portanto, se quer experimentar o recurso, fique atento às atualizações do aplicativo ou se inscreva no programa Beta do app.

Mais atualizações do WhatsApp

Além da novidade para Android, usuários de iOS 7.0 e posterior agora podem ouvir as mensagens de voz de uma maneira nova . Quem já tem a versão 2.18,40 do app consegue ouvir os áudios recebidos sem precisar abrir completamente o aplicativo.

Segundo o portal  WABetaInfo , em breve, quem utiliza a plataforma pelo iOS poderá adicionar até 4.096 participantes em um grupo. Além disso, o suporte de Touch ID também deve chegar num futuro próximo para ajudar quem ainda não achou uma forma muito efetiva de proteger suas mensagens no aplicativo.

Ainda sem data oficial marcada, outra alteração projetada pela empresa é o lançamento do “tema escuro” para o WhatsApp . A ideia é que essas reformulações também cheguem a dispositivos Android e Windows Phone.

Anatel pretende leiloar faixa extra de 700 MHz no segundo semestre

Anatel pretende leiloar faixa extra de 700 MHz no segundo semestre

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Juarez Quadros, disse hoje (20) que a agência reguladora pretende colocar em leilão parte do espectro de 700 MHz, para a aplicação de 4G. A expectativa é de que, entre junho e julho, seja aberta uma consulta pública para o edital do leilão dos 20 MHz (10+10 MHz) da faixa dos 700 MHz. “A faixa de 700 MHz está em nosso horizonte próximo para um leilão, possivelmente ainda em 2018”, disse Quadros. A Anatel, de acordo com Quadros, vai adotar um cronograma para melhor administrar a venda do espetro “de forma a permitir previsibilidade da disponibilidade de investimento por parte dos regulados”, disse. Oi O novo leilão pode ser uma oportunidade para dar mais fôlego ao processo de recuperação judicial da Oi. A empresa não participou de leilão do mesmo espectro para 4G, realizado em 2014, alegando falta de recursos. Por isso, conta apenas com 100 Mhz do espectro, contra 160 MHz e 170 Mhz de participação dos concorrentes. Nesta terça feira (20), a Anatel publicou acórdão em que reafirma o fim dos trabalhos do núcleo especial criado para acompanhar o processo de recuperação judicial da Oi. A agência, entretanto, manteve os dois representantes que acompanham os debates do Conselho de Administração da Oi. A Anatel também menteve a exigência de que os representantes tenham acesso à documentação da Oi para que possam informar ao Conselho Diretor da Anatel sobre quaisquer atos ou fatos relevantes para a manutenção da concessão e a observância dos deveres fiduciários por parte dos dirigentes da empresa. Projetos A perspectiva é de que a Anatel inicie ou aprove, até o final do ano, 58 projetos relacionados ao tema da regulação. Do total, 20 já estarão ligados à gestão do espectro, especialmente para a tecnologia 5G. Uma possibilidade é de que a nova tecnologia esteja disponível para uso móvel em 2020. “O tempo entre o desenvolvimento dos padrões da tecnologia e a implementação no Brasil tem diminuído”, disse o presidente da agência reguladora. De acordo com Quadros, os padrões 5G serão usados em novos serviços e aplicações, como o das cidades inteligentes, internet da coisas, entre outros. A nova tecnologia exige maior integração de recursos de rede em uma infraestrutura unificada, “de modo a oferecer conectividade com grande cobertura e disponibilidade para redes de Informação como IoT, IA, Big Data e Indústria 4.0, abrangendo coisas e pessoas”, afirmou. “A interconexão de pessoas e coisas em redes de telecomunicações é um movimento sem volta”, acrescentou o presidente da Anatel. Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil

Cemig apresenta recomendações e cuidados para a utilização de dispositivos móveis

Cemig apresenta recomendações e cuidados para a utilização de dispositivos móveis

Aparentemente inofensivos, os celulares, tablets e notebooks podem provocar choque elétrico, incêndios e explosões elétrica.

De acordo com o engenheiro de Segurança do Trabalho da Cemig, Demetrio Aguiar, o uso desses aparelhos, enquanto estiverem sendo recarregados, podendo ocasionar superaquecimento da bateria e dos componentes internos, o que pode resultar em explosão ou danos irrecuperáveis ao dispositivo.

O uso de carregadores não originais também pode danificar os aparelhos, já que sua produção não atende aos padrões internacionais exigidos pelos fabricantes dos aparelhos. Até por isso, eles têm um preço bastante atrativo mas não trazem segurança no uso.

“Os carregadores ‘piratas’ são relativamente mais simplificados e alguns itens importantes para a segurança dos usuários são inexistentes. Nos casos em que o carregador apresenta defeito, há o risco de a tensão de entrada, que é de 127 ou 220 volts à saída, passar dessa normalidade, podendo energizar e danificar o aparelho, ocasionando, ainda, choque elétrico, explosões e princípios de incêndio. Por isso, o ideal é desconectá-los do carregador ao atender chamadas ou enviar mensagens”, afirma.

O carregamento deve ser feito com o aparelho sobre uma superfície lisa e bem ventilada, livre de materiais combustíveis como tecidos de toalhas de mesa, cortinas, forração de sofás, entre outros. “Em caso de princípio de incêndio, tais materiais queimarão com facilidade e propagarão as chamas a outros cômodos da casa ou do apartamento”, alerta.

Demetrio Aguiar destaca também que os dispositivos móveis devem ser evitados em alguns ambientes.

“O uso desses aparelhos nos banheiros e cozinhas é ainda mais preocupante, pois esses locais contêm água nas pias, lavatórios e vasos sanitários. Se o aparelho entrar em contato com água, ele pode danificar-se e, caso esteja conectado ao carregador, até provocar choque elétrico nas pessoas que o manuseiam”, afirma.

Outro alerta importante é que, durante as tempestades, o uso do aparelho só poderá ser feito se o aparelho não estiver conectado ao carregador.

Agência Minas